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Aprovado na CCT, PLS 330/2013 sobre proteção de dados pessoais avança no Senado
O Projeto de Lei do Senado 330/2013, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado Federal na manhã desta terça-feira (13/10). O texto segue à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscalização e Controle.
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CGI publica nova resolução em repúdio à aprovação do PL 215/2015 pela CCJ
Em nota à imprensa, o CGI reafirmou que está atento às atividades do Congresso Nacional, especialmente aos assuntos relativos à governança e ao uso da Internet no Brasil.
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Parajo: cresce interesse dos pequenos e médio provedores pelo uso de fibra óptica
Em entrevista para o portal da Futurecom 2015, o presidente da Abranet, Eduardo Parajo, destaca o interesse cada vez maior dos pequenos e médios provedores em utilizar fibra óptica.
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ABTA diz que aumento do ICMS retarda desenvolvimento da TV paga
Para a ABTA, a elevação do tributo terá impacto nos preços dos pacotes oferecidos pelas empresas do setor.
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PL aprovado na Câmara faz mudanças no Marco Civil da Internet
Texto aprovado na CCJ exige informar “qualificação pessoal, filiação, endereço completo, telefone, CPF, conta de e-mail”. Esses dados serão de livre acesso às “autoridades” e caberá aos provedores “obrigatoriamente, a adoção de providências de coleta, obtenção, organização e disponibilização dos referidos dados cadastrais”. PL terá de ser votado ainda no Plenário da Câmara.
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KMD quer parceria com provedores Internet para monitoramento móvel
Serviço foi criado para monitoramento de segurança, energia, umidade e temperatura em residências e pequenas empresas por meio de assinatura mensal a partir de R$ 39,00.
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Teleco: banda larga fixa ignora crise e segue crescendo
As adições líquidas acumuladas nos primeiros oito meses de 2015 foram praticamente as mesmas de igual período de 2014.
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Camara-e.net:Repasse de dados sem mandado judicial vai contra Marco Civil
“Não cabe aos provedores serem os agentes que vão decidir o que sai e o que fica na Internet”, pontua o coordenador adjunto do comitê jurídico da camara-e.net, Caio Faria Lima.
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CGI.br se posiciona contra Projetos de Lei que querem mudar o Marco Civil da Internet
Como representante do Setor Empresarial pelos provedores de acesso e conteúdo da Internet no Comitê Gestor, o presidente da ABRANET, Eduardo Parajo, sustenta que a imposição de obrigações excessivas prejudicam as empresas e os usuários.
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Demi Getschko: Internet das Coisas é tão somente uma evolução da rede
Para o Presidente do Nic.br, a IoT não pode ser tratada como algo extremamente diferente. Ele advertiu ainda que não é correto regular por tecnologias.
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Marco Civil: Não devemos reeditar uma lei dentro da regulamentação, diz presidente da Abranet
Eduardo Parajo participou nesta quarta-feira, 30/09, de audiência pública na Câmara dos Deputados. Entidade defendeu uma regulamentação enxuta, com poucas exceções à neutralidade de rede, com instruções mais claras sobre a guarda de registros de conexão.
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Direito ao esquecimento não é fazer a história sumir
Miguel Mattos, do Migalhas, sustenta que o direito ao esquecimento não existe, é uma balela que foi inventada.
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Brasil terá que definir boas práticas para a Internet das Coisas
Coordenador do Comitê Gestor da Internet, Virgílio Almeida, sustenta que a IoT vai adicionar complexidade à atual rede mundial e será preciso definir políticas que garantam a sustentabilidade da Internet para o futuro.
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Uber: convergência online-off-line incomoda ao mudar a forma de atuação
O diretor de políticas públicas da Uber no Brasil, Daniel Mangabeira, admitiu que o aplicativo causa controvérrsia onde começa a atuar, mas diz que a transformação da economia compartilhada veio para ficar. Prefeitura proíbe o uso do Uber no Rio de Janeiro
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Banco Central: Equilibrar inovação e competição é papel do Estado
Ao falar no painel que tratou da convergência econômica entre o mundo online e off-line, Rogério Lucca, do Bacen, citou a regulação de 2013 sobre meios e arranjos de pagamentos que deu competência e direcionadores para o Banco Central, como inovação, interoperabilidade e competição.
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